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Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais confirmam sequência de mobilizações em Cuiabá

Os servidores públicos federais devem realizar uma sequência de mobilizações em Cuiabá com o tema: “0% de reajuste não dá!”. O primeiro ato será voltado para greve da educação, sendo realizado já nesta quinta-feira (11.04) na praça Ulises Guimarães, Avenida do CPA em frente ao shopping Pantanal.

“Os servidores federais estão com uma grande defasagem salarial. O que é isso na prática. O nosso salário diminuiu em relação há sete anos. Nossa perda é de 35%. O Servidor da educação tem o menor salário do serviço público no executivo Federal. Nos cargos de nível médio, a remuneração base bruta é de R$2400”, destacou a coordenadora geral do Sintuf-MT, Luzia Melo.

A Jornada de Lutas acontecerá ainda nos dias 16, 17 e 18 de abril, sempre com o tema: “0% de reajuste não dá!”. No dia 16 de abril haverá uma audiência pública na Comissão de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados. A audiência terá início às 16h (horário Brasília). Ela foi requerida pela deputada federal Sâmia Bonfim (PSOL-SP), para debater as mobilizações e paralisações dos servidores técnico-administrativos de universidades e Institutos Federais (IFs).

Já no dia 17 de abril, está prevista uma grande marcha dos Servidores Públicos da Educação, sendo que no dia seguinte deverá ser realizado um ato unificado em todo o país.

A reunião do Fonasefe (Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais) foi realizada na sede do Sintuf nesta terça-feira (09). Participaram das discussões a representação dos técnico-administrativos da UFMT e da UFR (Sintuf-MT), dos docentes (Adufmat e Andes), e ainda representação dos servidores do IFMT (Sinasefe).

“Este é um grande momento de união da educação. Temos observado o tratamento desigual do Governo com a nossa categoria que é tão importante para o país. A população precisa apoiar este movimento, valorizar quem luta para dar um futuro melhor para os jovens, dar uma perspectiva de mudança social. 0% de reajuste não dá!”, concluiu Luzia.

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