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Trabalhadores em greve reúnem-se com Reitoria da UFMT

O Comando Local de Greve da Universidade Federal de Mato Grosso reforça que não haverá corte de ponto durante o movimento paredista. Em reunião realizada junto a Reitoria da UFMT, os trabalhadores cobraram um posicionamento da reitora Mirian Serra, que prontamente garantiu que a autonomia administrativa da instituição está garantida e que ela reconhece o direito de greve dos servidores.

A gestora informou que buscará uma agenda com a Auditoria Geral da União para que todas as universidades possuam este mesmo entendimento, evitando que instituições de outros Estados tenham sua autonomia comprometida. O mesmo procedimento deverá ser feito com o Supremo Tribunal Federal. 

Mirian destacou que entende que a aprovação da PEC 55 (antiga 241) trará prejuízos a educação pública, que estará impedida de se expandir devido ao congelamento do orçamento. Neste caminho, ela reforçou a necessidade de debater melhor o tema dentro do campus e com a sociedade de forma geral.

Para a coordenadora geral do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-administrativos da UFMT, Leia de Souza, o momento político do país é de forte pressão pela redução do Estado Brasileiro, principalmente em seus serviços prestados à população. A PEC 55 representa uma queda constante na qualidade da educação, nos serviços ofertados pela saúde pública. A greve luta contra este retrocesso na opinião da técnica-administrativa.

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