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Sintuf-MT debate assuntos prioritários com reitora da UFMT

Os trabalhadores técnico-administrativos da UFMT reforçaram junto a reitora a cobrança de soluções para pauta interna de reivindicações. Durante uma reunião realizada na última sexta-feira (02.06), ficou decidido que em 20 dias a diretoria do Sintuf-MT e administração da universidade irão compor comissões temáticas para dar andamento as questões levantadas. O principal ponto em debate foi a implantação da jornada contínua, sendo que uma nova reunião para tratar especificamente deste assunto foi marcada para próxima terça-feira (13).

Veja as fotos da reunião

“Foi uma reunião onde definimos a metodologia de debate e solução da pauta interna de reivindicações. Além disso, pontuamos alguns assuntos prioritários para os trabalhadores, como a grande insatisfação no Hospital universitário Júlio Muller”, destacou a coordenadora geral do Sintuf-MT, Leia de Souza Oliveira.

Sobre o hospital, a reitora reconheceu que existe um grande número de afastamento de trabalhadores por motivos psicológicos. Para o sindicato, este afastamento está diretamente relacionado a insatisfação profissional, esta provocada por diferenças salariais recebidas na unidade. Ponto latente neste debate, é o pagamento da insalubridade, onde o grau aplicado nos setores é diferente entre trabalhadores do regime único estatutário e dos trabalhadores da Ebserh.

“A insalubridade é paga observando o grau do local de trabalho, que é classificado em mínimo, médio e máximo. Existem setores classificados como mínimo para os trabalhadores da UFMT, e o mesmo local, como máximo para os trabalhadores da Ebserh. Além disso, os valores e percentuais pagos são diferentes”, reforçou a também coordenadora geral do Sintuf, Elena Brito.

Os representantes do sindicato cobraram que o HUJM volte a ser debatido nos conselhos representativos da UFMT, Consuni e Consepe, e que a portaria que cedeu os trabalhadores para Ebserh de forma coletiva seja revogada. Para o sindicato, é necessário que exista que uma gerência de recursos humanos separada no hospital, uma para tratar da Ebserh e outra dos trabalhadores estatutários.

Estudantes

O Sintuf-MT reforçou ser contra a instalação de processos administrativos individuais contra os estudantes que supostamente estariam envolvidos na organização de festas na UFMT, as chamadas ‘Clandestinas’. “Trata-se de festas de protesto, uma ação política do movimento estudantil. As festas são clandestinas porque a Reitoria não homologa o trabalho conjunto feito pelos técnicos administrativos, professores, estudantes e representantes da administração que regulamentou o uso dos espaços coletivos da universidade. Felizmente a reitora se posicionou favorável e deverá enviar o resultado desta comissão para os conselhos”, adiantou Leia de Souza.

A reunião ainda abordou o modelo de utilização do Teatro Universitário, que será via Uniselva para comunidade externa, e a questão de disfunção dos servidores com cargos extintos.      

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