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Sintuf-MT Confirma Assembleia Geral com Destaque na Discussão sobre Regulamentação do Sisref

A Coordenação Colegiada do Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos da Universidade Federal de Mato Grosso (Sintuf-MT) marcou para a próxima quarta-feira, 14 de junho, às 08 horas, sua próxima assembleia geral. O encontro ocorrerá na sede do sindicato, em Cuiabá, onde serão eleitos os delegados para o 13º CECUT, o 14º CONCUT, e para a Plenária da Fasubra, prevista para os dias 15 e 16 de julho de 2023. Contudo, a questão central a ser discutida será a regulamentação e implementação do Sisref, o Sistema Eletrônico de Registro de Frequência.

Luzia Melo, coordenadora geral do Sintuf, destacou a relevância da assembleia. “É uma oportunidade única para tratarmos de assuntos cotidianos dos trabalhadores, além de designar representantes para levar a voz dos servidores da UFMT a fóruns nacionais, como a CUT e a Fasubra. Precisamos de pessoas que possam expressar efetivamente as demandas de nossa categoria”, afirmou.

O Sisref tem sido uma das questões mais discutidas entre os servidores da UFMT, tendo em vista as preocupações com a sua implementação e regulamentação. O sindicato manifesta surpresa e indignação com a postura da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep) da UFMT, que fez uma reanálise da proposta de minuta de regulamentação do sistema, apesar de membros da Pró-reitoria terem participado da comissão que a elaborou.

“Houve desrespeito aos membros da comissão e à exaustiva tarefa realizada por um grupo diverso e representativo. Não aceitamos mais devolutivas, queremos uma reunião com a Reitoria. Desde janeiro estamos nesse impasse. Os Técnicos Administrativos em Educação (TAES) sentem-se assediados, coagidos e, principalmente, desrespeitados ao serem obrigados a utilizar uma ferramenta cujas regras não estão claramente estabelecidas na UFMT”, ressaltou Luzia Melo.

A Coordenação Colegiada do Sintuf-MT reitera que o Sisref é um instrumento de controle de frequência e assiduidade, e não um mecanismo de opressão ou de condutas vexatórias. O sindicato defende a prerrogativa da autonomia universitária da UFMT, que deve considerar o bem-estar dos servidores, a convivência harmoniosa e o bom desempenho de suas atividades ao implementar o novo sistema de registro de frequência.

O Sintuf-MT ressalta que não aceitará o desrespeito ao trabalho da comissão, nem a silenciamento da voz dos técnicos administrativos, os principais impactados pela regulamentação do Sisref. “A gestão da UFMT precisa respeitar seus trabalhadores! Não permitiremos que o esforço da comissão seja desperdiçado nem que sejam desconsideradas as particularidades de nossa realidade interna ao estruturar o novo sistema de frequência na UFMT”, concluiu Luzia Melo.

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