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Sintuf convoca trabalhadores para Greve Nacional da Educação no dia 15 de Maio

O Sintuf-MT convoca a toda a comunidade da UFMT, em especial os técnicos administrativos, para aderirem à Greve Nacional da Educação, convocada para o dia 15 de maio. Será um grande ato contra a proposta de desmonte da aposentadoria do Governo Federal, e um preparativo para uma Greve Geral de todos os trabalhadores brasileiros. 

Na última terça-feira, dia 30 de abril, foi anunciado o corte de 30% das verbas de três universidades federais, sendo que o corte foi estendido a todas as instituições públicas de ensino superior. “O que antes vinha sendo tratado como ameaças de retaliação ideológica, acabou se concretizando no pior cenário possível: o desmonte do ensino público superior. Para impor sua política educacional de retrocessos, de pensamento único e de ataque aos direitos fundamentais, o governo priorizou o contingenciamento de verbas das universidades, usando uma argumentação ilegal e inaceitável”, destacou a representante do Sintuf-MT na Fasubra, Marillin Castro. 

A dirigente sindical reforçou que a paralisação do dia 15 é um chamado para Greve Geral nacional. “Diante de todos esses e de outros ataques deste governo à educação pública, conclamamos a categoria a aderir à Greve Geral da Educação no dia 15 de maio, como preparatória para a Greve Geral de todos os trabalhadores e trabalhadoras do país, confirmada pelas centrais sindicais para o dia 14 de junho”.

A Greve Nacional da Educação já foi orientada pela Fasubra (Federação dos Trabalhadores Técnico-administrativos), Andes (representação nacional dos docentes), e UNE (União Nacional dos Estudantes), além de segmentos da educação básica e fundamental como a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). O principal objetivo da atividade dos trabalhadores e das trabalhadoras de todo país é lutar contra os retrocessos e perigos das medidas que estão sendo tomadas pelo Governo Federal. Destaca-se o contingenciamento de recursos para as Universidades Públicas, a Lei da Mordaça, o projeto de privatização de escolas e da universidade pública, a desvinculação de recursos para a educação, a militarização das escolas, a implantação de conteúdos mínimos e direcionados a uma formação escolar adestradora, além dos constantes ataques aos trabalhadores e trabalhadoras em educação, que afetam negativamente não apenas a valorização dos profissionais, mas a qualidade de todo o sistema educacional.  

Matéria Daniel Dino

Assessoria Sintuf-MT

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