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Representante do Sintuf-MT faz apelo por negociações democráticas durante Plenária Nacional da FASUBRA Sindical

 

Durante a Plenária Nacional da Federação de Sindicatos dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (FASUBRA Sindical), a representante do Sintuf-MT, Leia de Souza Oliveira, teve uma participação decisiva ao abordar os desafios enfrentados pelos servidores públicos e fazer um apelo por negociações democráticas com o governo. Em seu discurso, ela destacou a atual conjuntura política e as dificuldades enfrentadas pela categoria, ressaltou que o governo atual é marcado por disputas e afirmou que os servidores são “sobreviventes de uma pandemia provocada pelo Bolsonaro e pelo Covid” e que têm possibilidades de retomar as negociações em um governo democrático.

“Tá fácil? Não. Tá muito difícil. Nós não podemos ter a ilusão de que resolveremos todas as demandas reprimidas durante seis anos desde o golpe da Dilma em apenas seis meses”, ressaltou Leia de Souza Oliveira.

Ela enfatizou a importância de retomar as negociações com um governo democrático, mas ressaltou que o processo não será fácil, e ainda alertou que resolver todas as demandas reprimidas desde o golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff em apenas seis meses é ilusório. “Nós temos que retomar o processo de dignidade para o serviço público com o governo que reconhece o papel do Estado brasileiro e dos servidores públicos que passa pela instalação de uma mesa. Temos que fazer mobilização, temos que fazer pressão, temos. Vamos fazer greve? Vamos. Fizemos sete greves durante o governo Lula. Mas nós temos que entender, companheiros, é num processo de negociação. Você não pode ir na casa de alguém e já entrar chutando a porta. Você primeiro tem que entrar, sentar, conhecer as pessoas que fazem parte dessa casa e, a partir daí, você ir aprofundando a pressão se houver necessidade”.

Outro ponto abordado foi a importância de trazer representações da base para dar visibilidade à categoria, destacando que “caravana ainda não dá. Não dá ainda para trazer caravana já. Vamos ter que trazer caravana sim, mas não agora, já no início dessa primeira vez. Nossa categoria ficou invisível. Nós ficamos invisíveis durante cinco anos. Com medo da Covid, que era até porque nós tínhamos que sobreviver, mas também irrecuado, judeus antigos, até esse governo fascista”.

Para encerrar sua fala, ela alertou para a importância de estar atentos aos riscos do retorno do fascismo e do bolsonarismo, destacando que “o governo ainda corre o risco desse fascismo, desse bolsonarismo, voltar novamente. Bolsonaro foi derrotado, mas as ideias dele não. Então é viz de ar e horário, viz de dança permanente. Devemos estar atentos e fortes para não pelar o nosso companheiro”.

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