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Cuiabá

Mais de 5 mil trabalhadores em Cuiabá, dizem "NÃO" à Reforma da Previdência

Mais de 5 mil trabalhadores e trabalhadoras, estudantes e movimentos sociais ocuparam as ruas de Cuiabá, capital de Mato Grosso,  nesta quarta-feira, 15 de março – Dia Nacional de Paralisação, puxada pela Educação em todo o Brasil. para protestar contra a Reforma da Previdência, apresentada pelo Governo Federal ao Congresso Nacional 
 
Barrar a Reforma da Previdência (PEC 287/2016), que desmonta a seguridade social, prejudicando, principalmente, os trabalhadores rurais e mulheres, uniu sindicatos de diferentes Centrais Sindicais, MST, servidores públicos estaduais, federais e municipais para lutar contra as mudanças que o governo Temer quer implantar sem dialogar com a classe trabalhadora. 
 
A Reforma determina, por exemplo, que o trabalhador (homem ou mulher) só se aposentará, integramente, aos 49 anos de contribuição e 65 anos de idade. Também, os servidores públicos estaduais, aqui de Mato Grosso, protestaram contra a proposta do Governo Taques de aumentar de 11% para 14% a contribuição previdenciária dos servidores estaduais de Mato Grosso. 
 
Forma registradas atividades contra a reforma da previdência em mais de 40 municípios de Mato Grosso, chamados pelos trabalhadores da educação, várias categorias e movimentos sociais: Sinop, Rondonópolis, Cáceres, Primavera do Leste, Juina, Tangará da Serra, Lucas do Rio Verde. Barra do Garças, Várzea Grande, Mirassol, Pontes e Lacerda e outros. Somando mais de 20 mil nas ruas em todo o estado de Mato Grosso
 
Para o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso, João Dourado, a mobilização de hoje, é para dizer a esse governo golpista que os trabalhadores vão lutar para barrar a PEC DA Morte. “Morte porque os trabalhadores vão morrer sem se aposentar”, afirmou. 
 
O presidente da CUT MT, ainda cobrou  investigação do chamado rombo previdenciário anunciado pelo governo. “Eles não fazem auditoria, não punem aqueles que sonegam, os que são corruptos. O interesse é jogar a previdência para o sistema financeiro, prejudicando os trabalhadores do campo e da cidade”, denunciou.
 
Participaram da manifestação representantes de todas as centrais sindicais (CUT, CTB, CSB, Força Sindical, Nova Central, Intersindical), Associação dos Deficientes Físicos, Movimento Estudantil (UNI e UBES), Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso (OAB-MT), os deputados estaduais Alan Kardec e Valdir Barranco.
Texto CUT-MT

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