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Assembleia Universitária Unificada da UFMT debaterá PEC 55

A volta das grandes discussões na UFMT. Assim está sendo encarada a Assembleia Universitária Unificada desta sexta-feira (25.11) no Centro Cultural, às 15 horas. Convocada pelos trabalhadores técnico-administrativos, professores e estudantes, a expectativa é que cerca de mil pessoas debatam os impactos que a possível aprovação da PEC 55 trará para universidade pública brasileira. Representantes de todas as categorias já confirmaram presença, sendo que o ex-reitor da Universidade Federal de Goiás, Nelson Cardoso, será um dos palestrantes.

“Esta será uma oportunidade de aprofundar o debate sobre a PEC 55, a PEC da Morte. A UFMT viveu um momento de expansão, de ampliação de cursos e vagas. Apesar de todas as dificuldades, dos baixos salários, crescemos muito, e junto temos contribuído para mudar a cara de nosso Estado, ofertando bons profissionais ao mercado e transformando a realidade social de muitas famílias que antes viam o ensino superior como um sonho”, destacou a coordenadora geral da Fasubra, Leia de Souza Oliveira. A Fasubra representa os trabalhadores técnico-administrativos de todas as universidades federais do país.

Para ela, a aprovação da PEC acaba com este ciclo de expansão da universidade pública e a insere no caminho do encolhimento. “Se o orçamento for congelado teremos a proibição de concurso público, não poderemos concluir nem mesmo o campus de Várzea Grande. Ano após ano, com o crescimento natural dos custos da educação com a inflação, manutenções prediais, aquisição de material de trabalho, renovação natural de carteiras, quadros, contas de luz, água, telefone, tudo está comprometido. Teremos uma diminuição das vagas, em um cenário onde a população cresce”.

A assembleia universitária desta sexta-feira (25) é aberta a toda a comunidade. Cabe destacar que os trabalhadores técnico-administrativos estão em greve desde o dia 24 de outubro. Os docentes aprovaram o indicativo de greve na última semana com deflagração prevista para o dia 24. Os estudantes também aprovaram o indicativo de greve, e já iniciaram a ocupação de vários Institutos e faculdades da UFMT.       

Daniel Dino

Assessoria Sintuf-MT

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