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12 de maio: Sintuf apoia luta pelo piso salarial e jornada de 30 horas para enfermagem

Vai ter luta! No Dia da Enfermagem, celebrado nesta quarta-feira (12), profissionais da categoria se reuniram na entrada da Assembleia Legislativa de Mato Grosso para reivindicar a aprovação de um piso salarial para a categoria, assim como a regulamentação da jornada de 30 horas. Com cartazes e faixas em punho, eles solicitaram apoio a aprovação PL 2564/2020 em tramitação no Congresso Nacional.    

O Sintuf-MT está nessa luta e já enviou ofício a toda bancada federal de Mato Grosso cobrando o apoio a categoria. “Em meio a pior crise de saúde do século, o trabalho dos(as) profissionais de enfermagem tem sido fundamental para o enfrentamento da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Nessa luta, que extrapola os limites regionais e nacionais, vez que COVID atinge todos os povos, os profissionais da Enfermagem por se tratar da maior categoria profissional de Saúde está ao lado do paciente 24 hs, enfrentando longas jornadas para conter a epidemia e salvar vidas”, traz trecho do documento.

O sindicato frisou a questão da jornada de trabalho. “O Projeto de Lei 2.295/2000 completou  20 anos de tramitação. A luta pela regulamentação da jornada de trabalho de 30 horas é uma reivindicação justa, considerando a importância dessa função no cumprimento das políticas públicas e na defesa da Vida. Esse PL que dispõe sobre a jornada de trabalho dos enfermeiros, técnicos e auxiliares de Enfermagem, foi aprovado no Senado Federal, nas comissões permanentes da Câmara dos Deputados e está pronto para ser votado em plenário”.

Segundo informações do Senado Federal, o projeto institui o piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras.O projeto foi apresentado pelo senador Fabiano Contarato (Rede-ES) e fixa o piso em R$ 7.315 para enfermeiros. Já as demais categorias terão o piso proporcional a esse valor: 70% (R$ 5.120) para os técnicos de enfermagem e 50% (R$3.657) para os auxiliares de enfermagem e as parteiras.

O texto original determinava que o valor do piso seria aumentado proporcionalmente para cargas horárias maiores que 30 horas. A compensação de horários e a redução da jornada poderiam ocorrer por acordo ou convenção coletiva.

“Nessa conjuntura, os profissionais da saúde, não querem apenas aplausos e reconhecimentos em discurso, o que esperam é que se faça justiça concedendo para essa categoria uma Jornada de Trabalho que dignifique o ser humano e valorize sua profissão”, reforçou o Sintuf-MT no documento enviado aos deputados federais e senadores.

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