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Especialista afirma que oferta de emprego público no Brasil é menor que em países desenvolvidos

Nesta tarde, 27 de novembro, os trabalhadores técnico-administrativos em greve acompanharam a audiência pública com o tema “Qual serviço público que queremos?”, no Auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados. O evento organizado pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), tem como objetivo pressionar parlamentares contra a aprovação de projetos que atacam servidores.

 

Com o auditório lotado, o espaço ficou pequeno para comportar a maioria dos trabalhadores que vieram participar das atividades de greve que ocorrem nesta semana, contra os ataques do governo. A maioria foi barrada na porta do auditório. Após a reivindicação dos técnicos, permitiram a entrada.

 

 

 

 

 

Reforma da Previdência

 

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),  Maria Lucia Werneck Vianna, fez uma análise do desmonte da Previdência Social desde a década de 90. Com a proposta de reforma da Previdência, segundo Maria Lúcia,  “os mais afetados serão os mais pobres, diante do retrocesso”.
Inchado?

 

O economista e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Fernando Marques afirmou que, “é uma falácia dizer que o estado brasileiro é inchado”.  Segundo dados da OIT, ONU e do Banco Mundial sobre emprego público, o Brasil em comparação aos países desenvolvidos tem menos oferta do que outros países.
Na ocasião, foi entregue às lideranças do Congresso Nacional um documento solicitando apoio aos servidores públicos. Os destaques são a Medida Provisória 805/17 (adiamento de reajustes e aumento da contribuição previdenciária), alvo de ações judiciais pelas entidades representantes dos servidores públicos, e o PLS 116/17, que prevê demissões e a reforma da Previdência.

 

Para a FASUBRA, o debate é importante para organizar o conjunto dos trabalhadores, principais alvos do governo federal no momento, por meio das reformas. O diálogo com a população que utiliza o serviço público é necessário, a Federação acredita que a população mais pobre será mais afetada.

Assessoria de Comunicação FASUBRA Sindical

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